O caso da morte do menino Davi Miranda Totti, de apenas 3 anos, em Varginha, continua a chocar a população. A Polícia Civil concluiu as investigações e, no dia 31 de março, indiciou o padrasto da criança, Leonardo José Cardoso Azevedo, por homicídio qualificado e tortura, além de indiciar a mãe da vítima, Paula Danielle Estevam de Miranda, por omissão.
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Davi foi vítima de agressões físicas que resultaram em sua morte em 11 de março, após 14 dias internado em estado grave no Hospital Regional de Varginha. O caso data ao dia 25 de fevereiro, quando a criança deu entrada na UPA da cidade com diversos hematomas, mordidas e sinais de traumatismo craniano, segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar.A mãe e o padrasto da criança alegaram versões contraditórias sobre os acontecimentos, o que suscitou a investigação.
Leonardo, que inicialmente foi indiciado por tentativa de homicídio, teve seu indiciamento alterado após a confirmação da morte de Davi, sendo acusado agora de homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de tortura. A mãe da criança, por sua vez, foi indiciada por omissão, por não ter evitado as agressões que levaram à morte do filho. A família paterna lamentou a perda de Davi e destacou o esforço para garantir seu atendimento médico.
O padrasto encontra-se preso no Presídio de Ribeirão das Neves, enquanto a mãe está em liberdade. A investigação continua, mas as evidências apontam para a gravidade da situação e a responsabilidade dos envolvidos na tragédia.
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