O MG Transplantes (MGTX), vinculado à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), tem se destacado ao impulsionar políticas de parceria com diversos setores da sociedade para ampliar a conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. Em 2023, os esforços conjuntos resultaram em um aumento significativo no número de doadores e de cirurgias de transplante no estado, registrando um crescimento de 20% em comparação ao período pré-pandemia.
?Participe do Canal Portal Onda Sul no WhatsApp
A primeira ação de 2024 ocorreu no sábado (4/5), quando o MGTX, em colaboração com a Associação de Veteranos da Força Aérea Brasileira de Minas Gerais (AVFAB-MG), promoveu atividades de informação e incentivo à doação de órgãos e tecidos em cinco pontos estratégicos de Belo Horizonte e no Aeroporto Internacional de Confins.
O cirurgião e diretor do MGTX, Omar Lopes Cançado, ressalta a importância da conscientização da população. Segundo ele, quanto mais esclarecidas as pessoas estiverem, maior será a aceitação do processo de doação, o que consequentemente aumenta o número de transplantes realizados. Cançado destaca ainda que, no ano anterior, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), foi instituído um incentivo financeiro para os hospitais, tanto para a captação de órgãos e tecidos como para a realização de transplantes, como parte da política continuada de Ampliação à Doação e Transplante de Órgãos e Tecidos de Minas Gerais.
Essa política inclui iniciativas como a campanha Setembro Verde, realizada anualmente, e sua divulgação ao longo do ano em meios de comunicação de grande alcance, como rádio, televisão e jornais. Além disso, são realizadas certificações e treinamentos das comissões intra-hospitalares para doação de órgãos e tecidos para transplantes (CIHDOTT’s).
Apesar do aumento no volume de doações em 2023, a fila de espera por transplantes em Minas Gerais cresceu. Segundo dados do MG Transplantes, até o dia 29/4 deste ano, 7.514 pessoas aguardavam por um transplante no estado. Omar Cançado explica que o Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Ministério da Saúde, é responsável por gerir a lista única de espera por transplantes no país. Ele acredita que a recente campanha para a autorização eletrônica de doação de órgãos (AEDO) pode facilitar a tomada de decisão das famílias, ao fornecer um documento oficial que comprova o desejo de doar expresso pela pessoa falecida.
Fonte: Agência Minas
Receba as notícias através do grupo oficial do jornalismo da Onda Sul no seu WhatsApp. Não se preocupe, somente nossos administradores poderão fazer publicações, evitando assim conteúdos impróprios e inadequados. Clique no link –> https://chat.whatsapp.com/G42MsF9LiiPILoe68hzHB4