

Na quarta-feira (07), por volta das 14 horas, a PCMG efetuou a prisão, na cidade de Boa Esperança, de duas pessoas acusadas de manter uma casa de prostituição, e, ainda, de autorizarem prostituição por parte de adolescente e ainda manterem mulheres em cárcere privado para a prática de prostituição.
Os presos, sendo um homem de 36 anos e uma mulher de 33 anos, negaram os crimes, mas foram ouvidas ao todo sete mulheres, que frequentavam a “boate”, além de várias testemunhas, que confirmaram os fatos.
A equipe policial instruiu os trabalhos com foto do ambiente, além de ter recolhido cadernos de anotações e elementos de prova que não deixam dúvida da existência dos crimes e de sua autoria. O lugar não apresentava nenhuma higiene, com grande quantidade de sujeira e fedor, além de água parada.
Cinco das mulheres disseram que sequer recebiam o pagamento dos programas que faziam, vez que os donos da boate “inventavam” dívidas e retinham os valores cabíveis a elas, como garantia de pagamento. Eles tomavam os telefones, documentos e dinheiro das vítimas e as mantinham presas, trancadas com cadeado, para não irem embora do local.
O preso foi encaminhado ao presídio de Boa Esperança e a presa ao presídio de Varginha.